
À hora marcada entram na sala o candidato, o júri, dois amigos, que durante o tempo todo estão ao lado do candidato, como que a apoiá-lo (carinhosamente nomeámos o rapaz de 'bestman') e esta pessoa encarregue por uma espécie de pancadinhas de Moliére, como que a iniciar a sessão:

Na primeira fila sentam-se os familiares, e é para eles os primeiros 15 minutos, com uma apresentação 'para tótós' (apresentação muito básica do que foi o trabalho elaborado, para que possam +/- acompanhar a discussão). Para mim esta apresentação não valeu de muito, na medida em que foi em holandês, bem como todo a discussão... Valeu-me a tese que tinha na minha posse e fui lendo, bem como o senhor que apresentei acima, que passados 60 minutos exactos, volta à sala e desta vez as pancadinhas ditam o fim da discussão! Ficam perguntas por responder, fica a questão a meio, mas o tempo é preciso e não podem gastar nem mais um segundo! Sai o júri para deliberar e quando volta cumprimenta o já Doutor, no nome da sua pessoa.
Terminadas as cerimónias, seguimos para uma pequena recepção oferecida pela Universidade. Circulam tabuleiros com bebidas e salgadinhos e a malta confraterniza, estabelece novos contactos, dá uma cara aos emails que anda a trocar com aquele colega de Amesterdão, da Philips, ...
Neste momento estou em casa, vim só trocar de roupa, porque agora segue-se a festa oferecida pelo homenageado, ali para os lado do Museu da cidade. Aparentemente agora há também uma pequena surpresa preparada. É tradição fazer um vídeo com os melhores momentos do Doutor, e não posso de forma alguma perder tal coisa!
Estas tradições ganham contornos ainda mais especiais quando o própria Universidade apoia financeiramente o estudante, para que ele possa fazer umas impressões da tese para distribuir, organizar a festa para toda a malta conviver, etc.
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